domingo, 27 de maio de 2007

A minha primeira vez

O primeiro post no meu blog! Deve ser muito especial, dizem-me. Deve ser o manifesto, a razão de existir do blog. Pois bem, na frase resumo lê-se que este é um espaço para reflectir. Reflectir sobre o quê? Sobre o que vai na alma, sobre o que se vê e o que não se vê, sobre o que se sente.

Este é um espaço que gostaria que fosse dinâmico, aberto a todas as opiniões, por mais “fora do quadrado” que pareçam. É dessas opiniões que nascem as grandes ideias e as pequenas coisas, como….. sei lá…. Os telemóveis e as cartas.

Porque é que falei nos telemóveis e nas cartas? Porque o telemóvel foi uma grande ideia… desde que o Sr. Bell inventou o telefone até ao sonho de falarmos onde quiséssemos, alguém, talvez um dos nossos avós, quiçá, se lembrou disso. Imaginem a cena: Estava o Sr. Silva, que tinha feito a 2ª classe completa em Alguidares de Cima com uma professora regente, sossegado na sua trincheira da 1ª guerra mundial, a tentar escrever uma carta para a sua querida amada Josefina dos Prazeres, linda moçoila com os seus 16 anos, dona de uma força de braços incomparável de tanto cavar a terra, quando a ponta do aparo se parte. Raios! Pensa ele. E só tinha ainda escrito a primeira frase: Cerida Juzefina. Pensa ele… “ao menos se pudesse falar com ela, perguntar-lhe como vão os animais e a lavoura, dizer-lhe que aqui chove muito…” e, de repente, lemra-se “pois é! Se ao menos aquela coisa por onde o capitão fala não tivesse fio e a minha Juzefina tivesse um também…” e foi assim, que nasceu a ideia do telemóvel. Substituto da carta.

Há mais ideias por aí? Eu cá tenho mais algumas, mas vão ficar para outros dizparos.

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